segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Dando um Nó na Cabeça
Confesso que este poeta me faz refletir sobre o amor, mesmo com os pensamentos agressivos externados em muitos poemas de autoria "Bukowskiana". Talvez porque cutuca a ferida da nossa alma, podendo fazê-la sangrar. Por ser uma verdade que não queremos saber.
Será que estamos amando da forma certa? Será que existe o amor dentro de nós? Difícil a resposta. Começo a achar que poucas pessoas conhecem o verdadeiro amor. Nem o autor dessa frase conheceu, apesar da reflexão. Acredito que nem eu conheça. Que medo...
"No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor." 1 João 4: 18
Temos medo de amar sem sermos correspondidos. Muitas vezes esperamos um gesto de amor para poder "amar" alguém. Entretanto, quando somos abandonados por nossos seres adorados, nos rebaixamos cada vez mais a um abismo de tristeza e desilusão. Uma vez ouvi que depressão é o contrário de expansão. Pesado.
O amor é uma troca ou um dom?
Quanta coragem tem a pessoa que realmente ama. Deus, é isso que preciso na minha vida! Preciso aprender a amar! Preciso deste dom como minha razão de existir!
Depois desse nó gigante plus plus na cabeça, vamos refletir sobre o que é o verdadeiro amor. Vamos deixar que Paulinho em 1 Coríntios 13 nos conte como é. E você achando que foi o Renato Russo que escreveu a letra. Sabe de nada inocente...
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei.
Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará.
Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos;
quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.
Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.
Sem palavras...
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