Ontem tive o privilégio de ter conversas edificantes com as minhas lindas amigas Izabela e Laís. Pensando no que elas me falaram e misturando com a leitura que fiz hoje do livro de Êxodo capítulo 14, digo que é muito mais fácil permanecer na escravidão do que alcançar a liberdade.
Se somos libertos de algo e essa liberdade é recente, sempre ficamos com um frio na barriga. Podemos ser libertos de um emprego chato, de um relacionamento não construtivo, de um vício que acaba com o corpo e a alma. Sempre pensamos que seria melhor voltar atrás e continuar tudo do jeito que estava.
Por isso não concordo com a tal zona de conforto, apesar de gostar muuuuuuito dela quando tenho uma atitude covarde. Primeiramente, zona já é uma coisa que num presta (principalmente a eleitoral, o puteiro de Brasília, mas aí é outra discussão). Conforto vem de conformismo, ou vice versa, que vem do latim: não quero fazer nada e permito qualquer coisa manipular a minha vida. Isso me faz lembrar de uma frase de peão que aprendi no meu trabalho, lá em Neves: "De que vale um peidinho pra quem tá todo cagado?"
Os israelitas ficavam enchendo o saco do coitado do Moisés: "seu mané, vc trouxe a gente até o deserto para morrer, seria melhor ficar no Egito como escravo mesmo, trouxa!!!! Agora os egípcios vão matar nóis!!! A culpa é sua!!! Que dó de nóis, que dó, que dóoooooooo". Só que no final da história, o mar abriu no meio, véiiiiiiiii!!!!!!!!! (Hermanoteu que o diga). Os israelitas atravessaram o mar e foram salvos dos egípcios.
Não importa se essa história aconteceu mesmo ou não, o que importa é a lição que ela nos trás. Em vez de ficarmos inseguros e insatisfeitos com as mudanças que virão, vamos olhar para frente e sentir a vida pulsando nas nossas veias. Vamos deixar as coisas que passaram no passado. Deus sempre tem algo reservado para nós, a vida é uma bela surpresa. Se a gente não permitir que o novo aconteça, o mar não vai "abrir no meio" pra gente, véiiiiiiii!!!!!!!!!!
E viva a liberdade!!!!!
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